DIABOS

VERMELHOS

TEXTO 1      
Texto 2 No inicio Nova Era Época 1995/ 1996
  Características... Época 1993/ 1994 Época 1996/ 1997
  Crescimento da claque Época 1994/ 1995 2ª volta 1996/ 1997
CANTICOS      

 

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Texto 1


Os Diabos Vermelhos são um grupo de apoio ao Benfica. Nasceu em 1982, sendo uma das claques mais antigas de Portugal. Os Diabos Vermelhos estão situados no primeiro anel da bancada do Estádio da Luz, possuindo, segundo dados oficiais, 1000 elementos. Os Diabos Vermelhos foram um grupo forte durante os anos 80, tendo decrescido e quase desaparecido com a divisão interna, aparecimento dos No Name Boys e falta de vitórias do seu clube. Mais recentemente os Diabos renasceram e estão de novo a crescer como grupo de apoio ao seu clube de sempre : o Benfica.


«Connosco quem quiser, contra nós quem puder»

(retirado da pagina www.ultras12.com )

 

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Texto 2

No inicio
Os Diabos Vermelhos, mística claque de apoio ao glorioso Sport Lisboa e Benfica, nascem em 1982. O nascimento dá-se pela união de um grupo de sócios do SLB que se habitualmente se reunia na bancada central 2º anel do Estádio da Luz, anteriormente ao aparecimento da claque. Em Novembro de 82 aparece a primeira faixa dos Diabos Vermelhos e com ela algumas bandeiras. O grupo começa a formar-se então como uma verdadeira claque, bastante incentivada com a excelente prestação da equipa encarnada na Taça UEFA e contando com o factor "novidade", rapidamente, juntou muitos jovens adeptos.

 

 Caracteristicas....
As características, iniciais, da claque eram muito próprias: caras pintadas (ás vezes também o cabelo), utilização de muitas dezenas de bandeiras, predominantemente só vermelhas e brancas, faixas com o nome da claque com os mais variados símbolos (constando, de símbolos britânicos como a conhecida e tradicional bandeira inglesa ou a "Union Jack" pelas suas cores era m adoptadas no seio da claque. Os tifos apesar de não serem muito originais davam nas vistas pelo "excesso", que parecia ser o lema da altura, dezenas de tochas e potes coloriam o "sector ultras" do Estádio da Luz, e as grandes bandeiras envolviam-se no ar com os muitos rolos lançados.


No apoio vocal, os Diabos Vermelhos eram considerados como uma claque ruidosa, mas como nas outras claques  existentes na altura, os cânticos baseavam-se em gritar pelo nome do clube ou, única e exclusivamente, insultar a equipa adversária. 

No que toca a deslocações os Diabos viajavam bastante para apoiar o Glorioso, de comboio, de autocarro ou carros particulares as "transfertas" aconteciam. Com o passar do tempo aparecem os "Diabos Vermelhos Norte". Esta secção da claque garantia sempre a presença do grupo nos estádios nortenhos, mesmo quando a coluna principal do grupo não se podia deslocar, ou fossem em pequeno número. 

A nível internacional os Diabos Vermelhos marcaram presença em grandes e históricas jornadas europeias e estiveram presentes em Genova (Sampdoria); Roma; Marselha; Estugarda - final da T.C.E. (PSV  Einhdoven); Viena D´Austria - final T.C.E.(Milan); Londres (Arsenal) e muitas outras, as mais recentes foram: Barcelona; Parma; Bruxelas; Milão; Holanda; etc. Era este o estilo do tifo dos Diabos nos anos 80. 

Crescimento da claque...
Com o passar do tempo e já com os Diabos Vermelhos no 1ºanel da central, a claque juntava muita gente na Luz bem como nas suas deslocações, das quais se destacavam as que eram feitas aos estádios dos seus  rivais Sporting e Porto, onde ás vezes aconteciam incidentes, mas nunca com finais trágicos, pois nessa altura as lutas eram expontâneas e leais, não eram premeditadas e planeadas e baseavam-se na luta (leal) corpo a corpo. Outros incidentes aconteciam, mas em situações facilmente controláveis. 

A pouco e pouco os Diabos Vermelhos foram renovando o seu material, aparecem novas faixas e  bandeiras começam a ter novas características, se até então predominava o vermelho e branco a partir de uma certa altura começam a utilizar-se cores derivadas e ou conjugadas com as originais do clube. Aparece então o laranja, o amarelo etc. Tudo isto vem renovar um pouco a imagem da claque que assim se mantém até final da década de 80 inícios de 90. 

Numa fase em que a Claque contava com excelentes apoios da direcção do clube alguém se lembra de  renovar a direcção da Claque só que essa tentativa falhou e criou-se uma ruptura no seio do grupo, isto em inícios de 92, chegando mesmo a haver dois grupos, em sítios diferentes do estádio, com o mesmo nome "Diabos Vermelhos". Todo este processo que envolveu o abandono de alguns membros da claque fez com que o grupo, praticamente, batesse no fundo, embora tenha conseguido ficar com o nome original algo de muito mau estava para acontecer....


Nova Era
...E aconteceu. A fractura no seio do grupo ditou a queda da claque, que nunca tinha tido mais de 500 inscritos mas que de qualquer forma, juntava sempre muita gente que não era sócia, o grupo dividiu-se e a afluencia de jovens começou a escassear de tal forma que mais ou menos em 92/93, a claque chega a ter cerca de 10 elementos na bancada. A falta de alternativas da anterior direcção do grupo fez com que aparecesse uma nova organização impulsionada, principalmente, por dois dos maiores núcleos dos Diabos Vermelhos, Almada e Olivais. Esta nova organização nunca deixou acabar o grupo e poucos ou muitos lá estavam sempre nos jogos do Benfica no Estádio da Luz ou fora dele. Foi feita a renovação dos sócios da claque e no final da época 92/93 apenas haviam 87 inscritos, no entanto, a união deste grupo organizador e a sua decisão de levar este projecto em frente ia dar os seus frutos, embora não tenha sido fácil,  principalmente quando a direcção tirou todos os apoios ao grupo, por este, ter utilizado por várias vezes bandeiras com cruzes suásticas e por muitos dos seus membros serem skinheads e se conectarem com a extrema direita. Apesar dos símbolos terem desaparecido o apoio jamais voltou. Os acontecimentos no Restelo marcaram a claque perante toda a sociedade portuguesa, não pelos confrontos, que não passaram de verbais, mas sim pela exibição da referida suástica, com o tempo a politização do grupo acalmou, bem como todos os outros grupos nacionais que tentaram dar nas vistas da mesma forma e com isto o novo projecto continuou a andar. Começa a aparecer novo material, desde bandeiras e faixas aos cachecóis, algo de novo estava a aparecer e o grupo a renascer das cinzas. Sempre fieis ao seu Benfica e ao novo ideal do grupo cria-se um lema que serviu de cavalo de batalha "Connosco Quem Quiser, Contra Nós Quem Puder" . Este lema levado á risca criou um espírito de união tão forte que o grupo se fechou sobre si próprio e foi isto que susteve o grupo, o facto de não haver a preocupação se eram 20 ou 2000, ou se jogavam com um grande ou com um pequeno. As palavras de ordem do seu lema diziam tudo. 

 

Época 1993/ 1994
A pouco e pouco o grupo vai crescendo e vão aparecendo novos núcleos pelo país fora, a velha tradição das bandeiras e das fumaradas infernais mantém-se, mas também se começa a inovar coreográficamente: em 93/94 no derby lisboeta dessa época os Diabos espantaram tudo e todos com uma espectacular coreografia com cerca de 150 bandeiras gigantes, nesse jogo, até quem lhes tinha passado a "certidão de óbito" não resistiu a aplaudir. Ainda nessa época os Diabos voltam a surpreender com a utilização pela primeira vez em Portugal de frases com placas de esferovite e naquela noite noite em que o SLB jogava com o Bayer  Leverkusen quando apareceu na bancada a frase "O nosso amor é o Benfica" e todo o estádio se levantou a aplaudir. Ainda nessa época fazem mais coreografias visto como os 2000 balões com o Parma e a infernal tochada com o Porto. No final dessa época, com o SLB a sagrar-se campeão, os Diabos prepararam o "jogo da festa" com o Vitória Guimarães e considera-se que foi este jogo que relançou os Diabos. Num regresso aos velhos tempos foram usados 30 potes, 100 tochas e 2500 rolos para além das enormes bandeiras no relvado. 

 

Época 1994/ 1995
Com o início da época 94/95 a claque continuou a crescer acompanhando o seu Benfica em todos os jogos do Nacional e da Taça, as deslocações começaram a ser mais numerosas e o número de elementos nos jogos em casa também aumenta. A destacar nesta época uma nova fase coreografia na claque, que a pouco e pouco vai testando a  possibilidade de realizar coreografias com a colaboração dos restantes sócios do clube... Um risco, pois os adeptos mais velho do clube nunca tinham visto nem participado em nada destas  coisas. Assim, no jogo com o Anderlecht é elaborada uma coreografia que consistia na bandeira  nacional em papel crepe e em volta balões vermelhos e brancos. Apesar de pequena saiu com um resultado satisfatório. No jogo com o Milan resolveram alargar horizontes e enchem a zona central da Luz com papel crepe vermelho e branco. O mote estava dado e as coreografias iam continuar. De destacar ainda no jogo com o Porto, para o Campeonato Nacional, quando num fabuloso golo de Isaías os Diabos incendiaram o "Inferno da Luz" com largas dezenas de tochas, numa finta á Policia que as tinha proibido aquando da entrada das equipas. Realce também para as deslocações à Bélgica (Anderlecht) e a Itália (Milan) cada uma delas com um bom número de adeptos. 

 

Época 1995/ 1996
Com o início da época 95/96 os Diabos voltam a inovar. Para motivar os seus filiados para os jogos fora, criam a faixa "Diabos On Tour" e uma linha de artigos "On Tour" (T-shirt´s, cachecóis, etc.) e de facto deu resultado: a claque nessa época esteve em todas, inclusive na Madeira, viagem até então inédita para os ultras benfiquistas. Esta época foi a confirmação da Claque. Se alguém duvidava que renascessem na época 95/96 teve a confirmação que vieram para ficar e durar. Além de boas deslocações surgem novas e originais coreografias europeias com o Bayern Munich, Lierse, Roda nas competições europeias, e no  campeonato nacional destacam-se duas das melhores coreografias feitas até hoje nos estádios  portugueses, com o Porto e com o Sporting. A nível da taça de Portugal também se podem realçar  os "tifos" com o Guimarães, U. Leiria e na final com o Sporting em que os Diabos levam 7 autocarros para o Jamor.

 

Época 1996/ 1997
Apesar de não ter qualquer tipo de apoio durante toda a época a claque consegue acabar o ano com cerca de 500 inscritos e com um saldo bastante positivo quer a nível coreográfico quer a nível de deslocações. O verão de 1996, apesar de não haver futebol foi bastante activo, pois a época 96/97 começou a ser cuidadosamente preparada nessa altura com as obras na nova sede da claque e com a renovação de muito material e do funcionamento do próprio grupo. Finalmente com instalações para poderem trabalhar e organizar, as coisas começam a ter maior fluidez. Logo no jogo de apresentação frente á Fiorentina os Diabos elaboram um simples mas grande espectáculo com 5.000 balões vermelhos e brancos e com todas as suas bandeiras gigantes no relvado. Nesse jogo aproveitam ainda para "lembrar" aos jogadores que estão lá por eles e pelo mágico Benfica e no início do jogo oferecem a cada jogador material da claque, numa tentativa de aproximação entre os jogadores e os ultras, que deu resultados evidentes, estabelecendo-se desde esse jogo um diálogo e um respeito mútuo transmitido jogo a jogo da bancada para o relvado e  vice-versa. No jogo amigável com os Viola, os Diabos homenagearam também Rui Costa, jogador que se mantém nos corações dos Ultras benfiquistas.


As competições nacionais começaram com a Supertaça nas Antas, onde se deslocaram alguns elementos dos Diabos Vermelhos, que depois de alguns problemas junto ás bilheteiras, vêm a policia proibir a entrada da faixa do grupo no estádio. O campeonato nacional começa no dia 25 de Agosto, num jogo com o Braga, em que o estádio tinha uma excelente moldura humana. Para iniciar bem a época é feita uma coreografia de cartolinas individuais, da qual resulta um belo efeito. A primeira deslocação da época é ao estádio da Póvoa do Varzim, num jogo em que o SLB venceu o Gil Vicente por 0-3, os Diabos conseguiram juntar um razoável número de adeptos que a nível vocal deram um apoio extraordinário. O campeonato segue com um jogo em casa com o Vitória de Setúbal e com a a deslocação a Leiria onde os Diabos levam um autocarro e realizam um bom tifo de fumos e plásticos. Neste jogo os Diabos juntaram cerca de 100 elementos que deram um bom apoio vocal. A vitória do Benfica neste jogo motiva bastante os ultras que fazem tudo por estar ao lado da equipa em todos os estádios e em bom número. Entretanto a 2º mão da Supertaça, na Luz, "castiga" o grupo ao ver a sua equipa ser derrotada por 5 golos frente aos eternos rivais FC Porto. A boa coreografia e o apoio dado á equipa não foi o suficiente para ajudar na vitória em campo. Uma nova deslocação, ao estádio da Maia, para o jogo frente ao Salgueiros e nova coreografia de cartolinas e plásticos. Aproxima-se um dos jogos mais esperados da época...Alvalade. A concentração marcada para o Estádio da Luz, teve uma excelente aderência mais de 350 ultras se  reuniram para o jogo com o rival da 2º circular. Há poucos anos atrás, na altura da crise do grupo não íam mais de 40, 50 elementos.

2ª volta 1996/ 97...
No início da 2ª volta do campeonato a claque desloca-se a Braga num jogo marcado pelo aniversário do núcleo da Lustosa, um dos mais activos da claque, onde a coreografia foi organizada por eles e teve um belo efeito. Os Diabos Vermelhos no decorrer desta época 96/97 têm conseguido um bom nível em vários planos com especial atenção para os aspectos organizativos da claque mas nunca esquecendo os principais objectivos de qualquer grupo ultra, ou seja, apoio e espectáculo. A coreografia preparada teve um bom efeito e era baseada nos históricos 14 anos da claque em contraste com o fracasso, nesses mesmo 14 anos da equipa sportinguista. A coreografia foi composta por dois lençóis, por plásticos vermelhos e por diversos estandartes. O jogo seguinte frente ao Boavista, ficou marcado pelos incidentes que as decisões do árbitro  provocaram. No final do jogo o carro do árbitro foi mesmo apedrejado. Nova deslocação á Maia, desta vez para jogar com o Espinho. Boa coreografia, boa presença e de realçar os cânticos vindos de uma bancada para outra com os amigos Desnorteados. Em Novembro a claque comemora os seus 14 anos de existência e prepara uma coreografia especial para o efeito: dois lençóis "Desde 1982" e "14 anos", o símbolo da claque em tamanho gigante feito em esferovite e bandeiras vermelhas e brancas. Novo jogo na Maia com o Leça, numa sexta feira á noite, a chover torrencialmente os poucos Diabos quem se deslocaram de Lisboa contagiaram os muitos adeptos benfiquistas presentes que motivados por uma grande exibição do glorioso deram show de cânticos na bancada. E eis que chega a altura de mais um clássico na Luz desta vez frente ao FC Porto. Numa altura em que os escândalos do futebol português estavam mais acesos que  nunca, os Diabos preparam uma coreografia inédita em Portugal. Com mais pontos perdidos no campeonato poucos foram os ultras que se deslocaram a Guimarães, apenas meio autocarro se encheu para esta deslocação. Para a história deste jogo ficam apenas mais pontos perdidos pela equipa benfiquista e pelo foge foge dos "espanhois" peritos em entifadas. Com todos os maus momentos do clube o grupo ressente-se e as deslocações não conseguem motivar muitos elementos da claque e até mesmo nos jogos em casa isso acontece.

De Setúbal a Chaves, de Florença(Itália) a Faro os Diabos tão em todas sempre ao lado do seu mágico Benfica, tentando sempre dar o seu melhor. Prova disso são os espectaculos realizados em vários jogos em que se destacam SLB-Fiorentina; Fiorentina-SLB; o jogo da meia final da Taça frente ao Porto não esquecendo a jornada de protesto realizada com o rival Sporting em que a coreografia em si nao teve nada de mais, a mensagem nela transmitida, num entanto, assimilado por todos e obteve um forte impacto que nem o grupo pensava ser tão grande.



Brevemente a história será retomada! Fica atento!


"Futuro? Não tememos o futuro.. o futuro somos nós!" 

A Direcção dos Diabos Vermelhos



(retirado da pagina oficial dos DV - www.diabos1982.com )

 

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CANTICOS

 

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**    Estou sempre aqui,                                 **
**    Para lutar por ti,                                     **
**    Benfica eu te Amarei                                **
**    Por ti cantarei sempre até ao fim      **
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**    Por isso vou-te apoiar            **
**    Sempre de coração                    **
**    Diabos nunca te falham          **
**    Benfica és a nossa Paixão       **
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**    Estamos sempre convosco    **
**    Vamos a todo o lado                 **
**    Queremos ganhar                        **
**    Não paramos de cantar            **
**    Força Benfica Allez                     **
**    Força Benfica Allez                      **
**    Força Benfica Allez                       **
**    É o Benfica Allez Allez                  **
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**    Glorificaremos o teu nome              **
**    Gritaremos sempre por ti                    **
**    Queremos que sejas campeão             **
**    Allez, allez,                                                  **
**    Allez Benfica Allez                                   **
**    Allez allez allez                                         **
**    Allez Allez                                                      **
**    Allez Allez                                                       **
**    Força Benfica Allez Allez (bis)              **
**    Força Benfica Allez allez alle             **
**    Allez allez allez (bis)                                   **
**    Allez allez allez                                             **
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**    Benfica é nosso                              **
**    Benfica é nosso                               **
**    Benfica é nosso e há-de ser        **
**    Benfica é nosso e há-de ser         **
**    Benfica é nosso até morrer         **
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**    Benfica somos nós                                               **
**    Benfica somos nós                                                **
**    Benfica somos nós Benfica somos nós       **
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**    Hô_______ allez allez     **
**    Allez allez                           **
**    Allez allez Força SLB      **
**    Hô_____ allez allez            **
**    Allez allez                              **
**    Allez allez Força SLB        **
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**    Allez allez                                    **
**    Força Benfica allez allez     **
**    Força Benfica allez allez      **
**    Força Benfica allez allez       **
**    Allez allez                                        **
**    Força Benfica allez allez         **
**    Força Benfica allez allez          **
**    Força Benfica allez allez           **
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**    Somos os Ultras mais fieis             **
**    E mais unidos de Portugal               **
**    Não desistimos                                        **
**    Vamos á luta                                            **
**    DV orgulho nacional                           **
**    Allez allez                                                  **
**    Allez allez                                                   **
**    Allez allez, allez allez allez             **
**    Allez allez allez allez alllez             **
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**    Ai estes são os Ultras do Benfica    **
**    Primeiros a nascer                                    **
**    Odiamos os tripeiros                                 **
**    Queremos ver o Porto a arder.             **
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